Biblioteca Graciliano Ramos

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Análise de Custo Benefício

O tema escolhido para essa semana foi Análise de Custo Benefício. Selecionamos os artigos “[Ir]rationality, Happiness, and Benefit-Cost Analysis” e “Cost-Benefit Analysis, Who’s Your Daddy?”, ambos publicados no  Journal of Benefit-Cost Analysis.

Ainda sobre o tema: a Sociedade para Análise de Custo Benefício (SBCA) convida acadêmicos, especialistas e profissionais de organizações sem fins lucrativos, empresas e governo a enviarem resumos e propostas de painéis e workshops para participação na conferência anual de 2019. A data limite para envio é 26 de outubro de 2018Clique aqui para saber mais.

Os artigos podem ser acessados na ProQuest.

 

[Ir]rationality, Happiness, and Benefit-Cost Analysis (2016)

Lisa A. Robinson

Acesse o artigo

Resumo traduzido: A economia comportamental e a pesquisa sobre felicidade têm muitas implicações importantes na condução da análise de custo-benefício, bem como no desenho e implementação de políticas. Ao identificar maneiras pelas quais podemos agir irracionalmente e fornecer novas perspectivas sobre a relação entre nossas circunstâncias e nosso senso de bem-estar, esta pesquisa levanta inúmeras questões sobre a avaliação do bem-estar individual e social e a conveniência de políticas alternativas. Nesta edição especial, apresentamos uma série de artigos que exploram essas preocupações e fornecem novos insights significativos.

 

 

Cost-Benefit Analysis, Who’s Your Daddy? (2016)

Cass R. Sunstein

Acesse o artigo

Resumo traduzido: Se os formuladores de políticas pudessem medir os efeitos reais do bem-estar das regulamentações, e se tivessem um bom senso de bem-estar, não precisariam recorrer à análise de custo-benefício, o que atribui peso indevido a alguns valores e peso insuficiente a outros. Pesquisas sobre o bem-estar auto-relatado fornecem informações valiosas, mas ainda não é possível “mapear” as conseqüências regulatórias nas escalas de bem-estar. Conclui-se que, no presente momento, o bem-estar auto-relatado não pode ser usado para avaliar os efeitos do bem-estar dos regulamentos. No entanto, a compreensão melhorada é inevitável, e as descobertas atuais a respeito do bem-estar relatado – acima de tudo, os graves efeitos adversos do desemprego – merecem desempenhar um papel na elaboração de políticas regulatórias.

 

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